10 de janeiro de 2015

Primeira Dança - 2 (1/2)

Olá! 
Resolvi chamar-vos M.M.S ( Motivo dos Meus Sorrisos), vocês são tão queridas :)
O capítulo não está completo :(. Estava a escrever quando fui intimada a almoçar e sábado em minha casa  almoço é " Funge" sabem o que é? Bem, eu e esse prato temos um problemazinho, preguiça e sono, estou tentando continuar de onde parei, e nada. Então farei duas partes.
Irei responder todos comentários depois. 
Beijos e boa leitura.
Se meus pés tocavam no chão, não podia explicar. Parecia estar ser guiada para a nuvens, sentia-me a flutuar pela leveza que ele provocou meu corpo e a simplicidade em que dava cada passo.
Era muito melhor do que as minhas performance em adolescente na companhia de ballet que frequentava, aquilo parecia muito mais perfeito do que qualquer outra peça que tinha feito um performance.
- Pelo menos a tua valsa parece ter saído dos contos de fada - sussurrei no seu ouvido ainda sendo guiada.
- Não duvides que eu também não tenha saído - disse depositando suas mãos na minha contura.
- Bailarino? - apoiei minhas mãos nos seus ombros ainda tentando advinhar o que ele era.
- Apenas não tenho dois pés esquerdos - elevou meu corpo girando calmamente, fazendo-me sorrir ao sentir o vento em meu rosto. - Tens um sorriso lindo - disse colocando-me ao chão segurando apenas uma das minhas mãos, rodopiando-me , fazendo com que o passo termina-se comigo colada ao seu corpo, minhas costas em seu tronco, meus braços cruzados um pouco abaixo do meu peito com ele segurando minhas mãos, minha cabeça apoiada em seu ombro.
- Galantiador - murmurei com os olhos fechados sentindo suas mãos desinterlacarem-se das minhas procurando um novo rumo em meus braços. 
- Apenas apreciador da natureza - virei de modo a encará-lo, e suas mãos voltarão a minha cintura e seus olhos tão castanhos quanto os meus analisavam-me.
- Quem tu és? 
- Isso é assim tão importante? 
- Misterioso - rodei meus braços em seu pescoço, e um sorriso maroto domou seus lábios - Quem tu és gato borralheiro? 
- Teu maior pesadelo, ou teu mais belo sonho - puxou-me mais para si, sem mesmo parar de guiar-me pela pista improvisada ao som de uns dos maiores clássicos. 
- Quanto é que ele vai pagar-te para partires o meu coração? - questionei com um sorriso mais frio nos meus lábios.
Bruscamente a dança foi interrompida e meu corpo foi afastado do seu, e tremi, pelo vazio e pela falta de calor. 
- Joseph Jonas, senhorita - respondeu frio e os castanhos dos seus olhos foram tomados por um negro mais profundo que o que cobria o céu. 
Talvez seu nome devesse significar alguma coisa que não era capaz de identificar. As razões que a minha família era uma das mais ricas do estado do Texas não pertencia a minha lista de assuntos de interesses e nem mesmo os herdeiros e homens que estavam a conquistar o mercado na tenra idade, as artes é que eram a minha vida. 






5 comentários:

  1. Acho que o facto de ela ter uma família rica pode amaldiçoar esse início de amor.
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    Beijos.

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  2. O que só uma dança faz às pessoas :D
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    Bjs :)

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  3. sem comentários, só quero mostrar que já li.

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  4. Adorei! (Não sei mais o que dizer)
    Posta logo.

    Beijos :)

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  5. Sílvia ---> Veremos! :)
    Diana ---> Eu que o diga. Minha vida romântica mudou divido a uma foto.
    Ilka Piedade ---> LOL! Okay!
    Estela ---> Talvez terás muito a dizer no final

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